Organiva
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Consultoria financeira

Quem somos, desde quando e o que fazemos

A Organiva é uma consultoria financeira com escritório em Rio de Janeiro — RJ. Somos dez pessoas e cuidamos da parte de números de empresas de comércio; o trabalho é feito junto com a equipe do cliente, nas ferramentas que ela já usa.

A Organiva foi aberta em 2014 por dois contadores que trabalhavam em escritório fiscal e queriam cuidar da outra metade do assunto: a que serve para a direção decidir. Hoje somos dez pessoas, entre analistas de fechamento, quem conduz as reuniões de leitura e a coordenação.

Atendemos comércio — lojas de material de construção, supermercados de bairro, distribuidoras de bebidas, lojas de departamento — com 10 a 120 funcionários, em Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense. Trabalhamos dentro do sistema que a empresa já usa: não vendemos software e não temos comissão de fornecedor.

O contrato diz quantos fechamentos por mês, quais relatórios, o dia em que cada um fica pronto e quem participa das reuniões. A ordem é fixa: primeiro a rotina de lançamento e a conciliação, depois custo e orçamento, e só então o relatório mensal. Cada entrega tem um responsável nomeado dos dois lados.

O que não fazemos: contabilidade fiscal, folha de pagamento, entrega de obrigações à Receita Federal, auditoria independente, abertura de empresa e consultoria tributária. Não movimentamos conta bancária do cliente e não aprovamos pagamento: quem paga é a empresa, pelo calendário que montamos junto.

Prateleira do escritório com pastas de notas fiscais separadas por mês

Fonte única por assunto

Dois sistemas com o mesmo total viram discussão. Um deles é a fonte, o outro é consulta.

Dia marcado vale mais que ferramenta nova

Rotina com data na parede sobrevive à troca de sistema e à troca de gente.

Conta que precisa de explicação não serve

Se o balconista não entende o nome da conta, o lançamento vai para «diversos».

Escopo e datas no contrato

Quantos fechamentos, quais relatórios e em que dia cada um fica pronto ficam escritos antes de começar.

Como entramos

Antes de mexer em qualquer planilha, descobrimos de onde vem cada número

A primeira semana é de leitura. Abrimos o que existe, perguntamos quem digita o quê e anotamos em que momento do mês cada informação aparece. Só depois disso se decide o que muda.

01

Quem lança e quando

Sentamos com quem digita nota de entrada, quem fecha o caixa do dia e quem paga fornecedor. Sai um mapa de uma folha com nome, tarefa e dia do mês.

02

De onde sai cada valor

Sistema da frente de loja, extrato do banco, arquivo da maquininha e a caderneta do depósito. Marcamos qual deles é a fonte oficial de cada linha.

03

O plano de contas em uma folha

Reescrevemos as contas com nomes que o balconista entende. Se uma conta precisa de explicação, ela vira duas ou some.

04

O que está sem dono

Frete, embalagem, quebra de estoque e taxa de cartão costumam entrar em «diversos». Cada um ganha conta própria e alguém responsável.

05

O calendário do mês

Datas fixas: conciliação até o dia 5, custo revisto até o 10, relatório na mesa no 15. Fica em papel, na parede da sala.

06

A conversa de leitura

Uma hora por mês lendo o relatório junto. Nem sempre muda alguma coisa; muda sempre a pergunta da vez seguinte.

Casos curtos

O que chegou, o que foi feito e o que ficou na casa

Casos recentes, publicados com o aval de cada empresa e sem nome de loja, a pedido delas.

Rede de três lojas de material elétrico

O caixa do dia era fechado em caderno e digitado no fim da semana.

O que fizemos. Trocamos o caderno por uma tela única de fechamento e mudamos a conferência para o dia seguinte.

O que ficou. Rotina diária de dez minutos e conciliação do mês pronta no dia 4.

Distribuidora de embalagens

Frete e quebra entravam em «despesas gerais» e ninguém sabia o tamanho.

O que fizemos. Criamos conta separada para cada um e amarramos ao romaneio da entrega.

O que ficou. Relatório mensal mostrando as duas linhas em separado, por rota.

Loja de ferragens com depósito próprio

A ficha de custo tinha só o preço da nota do fornecedor.

O que fizemos. Somamos frete, embalagem e a taxa que fica no cartão à ficha de cada família.

O que ficou. Planilha de custo revisada por compras toda vez que muda a tabela.

Conte como os números chegam até você hoje

Na primeira conversa olhamos o que existe e dizemos, sem rodeio, o que dá para arrumar em seis semanas e o que fica para depois.