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Consultoria financeira

O que fica com você

O que permanece na empresa depois que a implantação termina.

O plano de contas em uma folha

Impresso, com o nome que a sua equipe usa, e o arquivo de importação do sistema junto.

O regulamento de lançamento

Quatro páginas dizendo quem registra, com qual documento e em quantos dias.

O calendário de fechamento

Datas do mês inteiro em uma folha A3, colada na parede da sala do escritório.

A ficha de custo das famílias

Planilha aberta, com a fórmula à mostra, que compras atualiza quando a tabela do fornecedor muda.

O modelo de relatório

Arquivo pronto, com os indicadores que a sua reunião usa e espaço para o comentário do mês.

A lista de pendências

O que ficou aberto, com responsável e data, para a próxima conversa não começar do zero.

Fichas de produto espalhadas, com o preço de compra anotado a lápis
Como entramos

Antes de mexer em qualquer planilha, descobrimos de onde vem cada número

A primeira semana é de leitura. Abrimos o que existe, perguntamos quem digita o quê e anotamos em que momento do mês cada informação aparece. Só depois disso se decide o que muda.

01

Quem lança e quando

Sentamos com quem digita nota de entrada, quem fecha o caixa do dia e quem paga fornecedor. Sai um mapa de uma folha com nome, tarefa e dia do mês.

02

De onde sai cada valor

Sistema da frente de loja, extrato do banco, arquivo da maquininha e a caderneta do depósito. Marcamos qual deles é a fonte oficial de cada linha.

03

O plano de contas em uma folha

Reescrevemos as contas com nomes que o balconista entende. Se uma conta precisa de explicação, ela vira duas ou some.

04

O que está sem dono

Frete, embalagem, quebra de estoque e taxa de cartão costumam entrar em «diversos». Cada um ganha conta própria e alguém responsável.

05

O calendário do mês

Datas fixas: conciliação até o dia 5, custo revisto até o 10, relatório na mesa no 15. Fica em papel, na parede da sala.

06

A conversa de leitura

Uma hora por mês lendo o relatório junto. Nem sempre muda alguma coisa; muda sempre a pergunta da vez seguinte.

Casos curtos

O que chegou, o que foi feito e o que ficou na casa

Casos recentes, publicados com o aval de cada empresa e sem nome de loja, a pedido delas.

Mercearia de bairro com duas frentes de caixa

O orçamento do ano existia na cabeça do dono.

O que fizemos. Escrevemos o orçamento por centro de custo e marcamos revisão trimestral.

O que ficou. Uma folha por trimestre, comparando o combinado com o que aconteceu.

Papelaria com venda para escritórios

Dois sistemas diferentes, dois totais diferentes, nenhuma explicação.

O que fizemos. Definimos qual dos dois é a fonte oficial de cada linha e desligamos a duplicidade.

O que ficou. Um número só por assunto, com a origem anotada ao lado.

Loja de tintas com entrega própria

Pagamento a fornecedor saía sem calendário e atropelava o caixa.

O que fizemos. Montamos a agenda semanal de pagamento e a projeção de fluxo de caixa de doze semanas.

O que ficou. Agenda fixa às terças e a projeção atualizada por quem paga.

Conte como os números chegam até você hoje

Na primeira conversa olhamos o que existe e dizemos, sem rodeio, o que dá para arrumar em seis semanas e o que fica para depois.